Duas semanas após a morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, a equipe de resgate que atua no Monte Rinjani, na Indonésia, passou por um treinamento intensivo voltado a operações de salvamento em áreas de difícil acesso.
A jovem caiu em um precipício durante uma trilha no ponto turístico, no mês passado, e só foi resgatada quatro dias depois, já morta.
O curso, voltado a técnicas de salvamento em áreas íngremes e à construção de âncoras de segurança para terrenos extremos, também contou com a presença de Agam, montanhista voluntário que participou da retirada do corpo da brasileira.
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A ação faz parte de um esforço para melhorar a capacidade de resposta a emergências em áreas sujeitas a riscos geológicos e climáticos.
O corpo da publicitária foi enterrado na última sexta-feira (5), no Cemitério Parque da Colina, em Niterói. Um novo laudo, emitido pelo Instituto Médico-Legal do Rio, apontou politraumatismo e hemorragia interna como causas da morte, sinais compatíveis com a queda. No entanto, peritos não descartam a possibilidade de sofrimento físico e psicológico antes do óbito.





