A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pode determinar nesta quarta-feira (17) o fim da obrigatoriedade do uso de máscaras dentro de aviões e aeroportos no território brasileiro. A regra será discutida esta quarta-feira em reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa agendada para às 13h. A tendência é que o uso do equipamento deixe de ser obrigatório e passe apenas a ser uma recomendação. Outros pontos das atuais restrições que são obrigatórios —como distanciamento entre pessoas, desembarque gradual por fileiras, protocolos de higienização e distribuição de álcool em gel— também podem também ser alterados, informou o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Está na pauta da reunião ainda a discussão sobre a “possibilidade de dispensa de registro e os requisitos para autorização excepcional de importação de vacinas e medicamentos para prevenção” de varíola dos macacos, segundo o site do Ministério da Saúde. Se a mudança se confirmar, o Brasil se junta a países da Europa e aos Estados Unidos, que já derrubaram a obrigatoriedade de máscaras nas aeronaves e dentro dos aeroportos.
Em maio, a União Europeia atualizou suas restrições e desobrigou o uso do assessório. Patrick Ky, diretor-executivo da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA), disse então que a medida é “um grande passo para a normalização do transporte aéreo” no continente. Alguns países europeus —incluindo Alemanha, Espanha e Grécia— mantiveram o uso obrigatório do equipamento, mesmo após a decisão da União Europeia. Antes, em abril, os Estados Unidos já tinham retirado a obrigatoriedade das máscaras nos aviões.






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