A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Casa Civil da Presidência da República devem atuar nas próximas semanas para tentar destravar o projeto de construção de uma fábrica de celulose da multinacional chilena CMPC no Rio Grande do Sul. Avaliado em R$ 27 bilhões, o empreendimento enfrenta um impasse relacionado ao processo de licenciamento ambiental.
Segundo informações do Poder360, os órgãos federais estudam uma manifestação favorável à continuidade do projeto, considerado estratégico para a economia do estado e para a expansão da indústria brasileira de celulose. O objetivo é buscar uma solução para as divergências entre a empresa e o Ministério Público Federal (MPF), que questiona aspectos do licenciamento.
O projeto prevê a instalação de uma nova unidade industrial da CMPC, ampliando a capacidade de produção da companhia no país. A empresa atua no Brasil desde 2009 e possui operações voltadas à produção de celulose no Rio Grande do Sul.
A expectativa do governo é que o investimento impulsione a geração de empregos, atraia novos negócios para a região e fortaleça a cadeia florestal brasileira. Por outro lado, o MPF defende uma análise mais aprofundada dos impactos ambientais e das condicionantes exigidas para a implementação do empreendimento.
A manifestação da AGU e da Casa Civil deve integrar as discussões jurídicas e administrativas em andamento, numa tentativa de viabilizar o avanço do projeto sem comprometer as exigências ambientais previstas na legislação.






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