O Flamengo embarcou na tarde deste sábado (06) rumo a Doha, no Catar, onde disputará a Copa Intercontinental, em meio a um AeroFla marcado por frustração e protestos. O ônibus da delegação rubro-negra chegou ao Aeroporto do Galeão por volta das 14h10, mas não teve contato direto com os torcedores, que estavam separados por grades de proteção, ao contrário de quando o time embarcou para a final da Libertadores.
A distância imposta pela segurança irritou parte do público, que, aos gritos, protestou contra a Polícia Militar. Alguns torcedores arremessaram pedras, e a PM respondeu com balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo e de pimenta. O público presente foi menor do que o visto em outras edições do AeroFla — cerca de 500 pessoas acompanharam a movimentação.
Algumas pessoas que estavam no local acabaram passando mal devido ao gás lacrimogênio. Próximo ao final, torcedores tentaram romper a barreira e invadir a área isolada próxima ao terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão).
Viagem em avião fretado
Os rubro-negros começaram a se reunir nos arredores do Terminal de Cargas por volta das 11h, na tentativa de apoiar o time antes da viagem. O ônibus deixou o Ninho do Urubu às 13h e o voo decolou às 15h.
O Flamengo viaja em avião fretado exclusivamente com assentos executivos, reunindo cerca de 100 integrantes, entre jogadores, comissão técnica e funcionários. O trajeto até o Catar incluirá uma parada para abastecimento em Acra, capital de Gana, totalizando aproximadamente 15 horas de viagem. A estreia no torneio ocorre na quarta-feira (10), contra o Cruz Azul, do México.






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