O vice-presidente do PT, Washington Quaquá, defendeu no Facebook que o PT não tenha candidato ao governo no Rio de Janeiro, para priorizar alianças com outros partidos em torno da candidatura do ex-presidente Lula (PT) à presidência em 2022.
Ele informou seu interesse ao compartilhar notícia informando que o governador Cláudio Castro (PL), que era vice, mas assumiu após o impeachment de Wilson Witzel, defendeu que o atual presidente da Alerj, o deputado estadual André Ceciliano (PT), seja candidato ao Senado em sua chapa, que contaria na vice-governança estadual com Pedro Paulo (MDB), ligado ao atual prefeito, Eduardo Paes (PSD).
Paulo, Castro e Ceciliano estiveram juntos, na quarta-feira, 13, no lançamento da revista “Rio Já”. O governador carioca descreveu a aliança eleitoral como sua “chapa dos sonhos”. Castro ainda brincou: “e ainda dizem que sou bolsonarista”.
No Facebook, Quaquá defendeu as alianças e disse que a “política não é para amador” e que a “prioridade no Rio é Lula”. “Precisamos isolar Bolsonaro e atrair o máximo de forças do centro pra esquerda para apoiar Lula”, afirmou no texto publicado nas redes sociais, nesta quinta-feira, 14.
“Minha posição é que o PT não tenha candidato a governador. Nosso candidato majoritário seja André Ceciliano pro Senado (Lula precisa de maioria no Senado!) e transitemos e organizemos palanque com Felipe Santa Cruz, Claudio Castro, Rodrigo Neves, Freixo e mais quem abrir pro Lula”, destacou.
“Quero lutar pra que Lula tenha de 60% a 70% dos votos do Rio de Janeiro e não se restrinja aos 30% tradicionais da esquerda… Qualquer um pode ter posição diferente da minha, eu respeito, mas as instâncias nacionais e estadual do PT não votaram uma decisão! Então ninguém tem autoridade pra censurar ninguém no PT! Isso aqui é um partido democrático! Isso aqui não é um partido estalinista”, concluiu.






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