Voto religioso e voto dos pobres estão virando a eleição do Rio a favor de Bolsonaro

Neste momento, o voto religioso e o voto dos mais pobres estão impulsionando a tendência do eleitorado do Rio de Janeiro em relação à presidência da República. E estão decidindo a favor do presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro cresceu significativamente nestes dois segmentos, enquanto Lula vem perdendo apoio. É o que indica a pesquisa Quaest que…

Neste momento, o voto religioso e o voto dos mais pobres estão impulsionando a tendência do eleitorado do Rio de Janeiro em relação à presidência da República. E estão decidindo a favor do presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro cresceu significativamente nestes dois segmentos, enquanto Lula vem perdendo apoio.

É o que indica a pesquisa Quaest que acaba de ser divulgada no estado.

Na média geral de votos no Rio de Janeiro, Bolsonaro cresceu 5 pontos percentuais desde a última pesquisa, em julho, enquanto Lula estacionou.

Bolsonaro passou de 34% para 39%.

Lula continua com os mesmos 39%.

Isto coloca os dois competidores em empate exato.

Na pesquisa espontânea, Bolsonaro subiu de 27% para 32%, enquanto Lula caiu, dentro da margem de erro, de 31% para 30%.

O voto religioso está provocando um estrago na campanha de Lula.

Bolsonaro tem 56% dos evangélicos do Rio (subiu 4 pontos), enquanto Lula tem apenas 26% (tinha 24%).

Mesmo entre católicos, Lula está em queda. Ele perdeu 5 pontos percentuais e agora tem 39%, enquanto Bolsonaro subiu 7 pontos, e agora tem 35%.

Também há uma melhora considerável da votação de Bolsonaro entre os eleitores mais pobres.

Os de menor renda (até 1 salário mínimo), entre os quais Lula sempre levou imensa vantagem, mostram mudanças de opinião.

Lula caiu 6 pontos percentuais: de 47% para 41%.

Bolsonaro subiu 9 pontos: de 28% para 37% entre os que ganham até 1 salário mínimo.

Esta mudança pode ser efeito do pagamento do auxílio emergencial, recém iniciado.

Lula perdeu 7 pontos entre os beneficiários do programa federal, caindo de 40% para os atuais 40%.

Bolsonaro segue caminho oposto: subiu oito pontos entre os que ganham auxílio emergencial, saindo de 32% para 40%.

Esta situação toda torna imprevisível no momento uma eleição de segundo turno no Rio de Janeiro. Lula tinha 47% e agora tem 44%; Bolsonaro tinha 38% e hoje teria 42%. Uma situação de empate técnico.

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