A sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social terminou em confusão nesta quinta-feira (26), após a aprovação da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante o tumulto, o deputado Rogério Correia admitiu ter desferido um soco no colega Luiz Lima e pediu desculpas publicamente, alegando que reagiu após ser empurrado e cair no chão.
“Eu realmente atingi o deputado, não vou mentir aqui. Eu o atingi, peço desculpas. E o fiz no momento em que fui também empurrado. E Vossa Excelência viu, todos viram que eu caí no chão e também fui agredido. Não vou ficar aqui choramingando, mas eu fui empurrado e caí no chão”, afirmou o deputado após o episódio.
“Eu realmente atingi o deputado, não vou mentir aqui. Eu o atingi, peço desculpas. E o fiz no momento em que fui também empurrado. E Vossa Excelência viu, todos viram que eu caí no chão e também fui agredido. Não vou ficar aqui choramingando, mas eu fui empurrado e caí no chão”, afirmou o deputado.
Confusão após quebra de sigilos
A aprovação do requerimento provocou reação imediata de parlamentares governistas, que se dirigiram à mesa diretora da comissão para contestar a decisão. O ambiente rapidamente se deteriorou, com empurra-empurra, gritos e troca de acusações entre os congressistas.
Sessão suspensa e recurso anunciado
O episódio levou à suspensão dos trabalhos por cerca de 15 minutos para restabelecer a ordem. Segundo Correia, ele ainda teria sido ameaçado durante a confusão, o que agravou o clima de tensão no colegiado.
O deputado Paulo Pimenta afirmou que pretende recorrer ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, pedindo a anulação da decisão que determinou a quebra de sigilos do filho do presidente.





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