Vice do Flamengo, Marcos Braz diz que foi ameaçado de morte por torcedor, ao justificar agressão. E afirma que não cometeu ilegalidade ao se ausentar de votação na Câmara

O vice de futebol do Flamengo e vereador Marcos Braz (PL) convocou a imprensa nesta quinta-feira (21) para dar sua versão sobre a confusão que se envolveu com um torcedor em um shopping na Barra da Tijuca na última terça-feira (19). Ele afirmou não se lembrar dos detalhes da agressão contra o torcedor Leandro Campos,…

O vice de futebol do Flamengo e vereador Marcos Braz (PL) convocou a imprensa nesta quinta-feira (21) para dar sua versão sobre a confusão que se envolveu com um torcedor em um shopping na Barra da Tijuca na última terça-feira (19). Ele afirmou não se lembrar dos detalhes da agressão contra o torcedor Leandro Campos, mas disse que que só partiu para a briga depois de ter ouvido de Leandro “Foda-se a sua filha”. Braz disse também que foi ameaçado de morte.

“Ele me ameaçou de morte. Falou que se o resultado não viesse a cobrança ia ser muito diferente. E falou no final o que eu disse, em relação à minha filha ( F… a sua filha). Depois que ele falou essa última frase eu me lembro de pouca coisa — afirmou Marcos Braz, que estava com um corte no nariz por causa da briga

“Vocês têm que acreditar de mim. Eu fui ameaçado e ameaçado de morte ao lado da minha. Eu sou preparado para estar no cargo. Para isso, eu não me preparei, talvez eu tenha tido uma atitude diferente. Para ser ameaçado do lado da minha filha e ela sendo ameaçada também verbalmente, in loco, é diferente”, completou.

No fim, Marcos Braz pediu desculpas à torcida do Flamengo e aos diretores do clube pelo ocorrido. Ele também disse que não se preparou o suficiente para ser ameaçado por torcedores na frente de sua filha, que completou 15 anos recentemente.

Braz também comentou sua falta na câmara dos Vereadores. Antes da confusão, ele marcou presença virtual na Câmara de Vereadores do Rio, mas o vereador do PL não participou da votação que ocorreu na sessão. Braz justificou dizendo que marca a presença virtual para ficar por dentro dos assuntos, mas só é validada se colocar a digital na câmara.

— Terças e quintas, de 13h30 às 16h, você dá presença virtual para entrar no sistema. Eu posso falar, eu posso ouvir. Eu tenho conhecimento das pautas. Quando chega 16h, se você não botar o dedo dentro da câmera, você toma falta e é descontado do salário. Fizeram a matéria e esqueceram de dar detalhes. Eu tomei a falta, eu não fiz nenhuma ilegalidade. Eu vou ser descontado — disse.

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