A tentativa de ocupação final de Kiev pela Rússia dá sinais de que será uma luta muita mais renhida do que se poderia supor. A Ucrânia tem o mais numeroso exército da Europa, embora seja vulnerável em equipamentos em relação à Russia, e pode, se quiser, resistir longamento a um ataque.
Apesar do poderio bélico da Rússia, os ucranianos, tanto as forças regulares quanto os voluntários, podem opor forte e prolongada resistência, na forma de táticas de guerrilha e uso de armamento menos profissional mas igualmente mortal.
Já há vários registros de tanques russo incendiados por ataques de coquetéis molotov jogados pelos ucranianos.
Não é exagero lembrar que a invasão russa ao Afeganistão durou 10 anos e os russos, então soviéticos, foram expulsos.
O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou ontem (26) que a guerra da Ucrânia deve demorar a terminar. Declaração foi dada em visita do mandatário à feira anual de agricultura francesa, um dos principais eventos no calendário político do país.
“Se posso dizer uma coisa nesta manhã é que essa guerra vai durar… Essa crise vai durar, essa guerra vai durar e todas as crises que virão com ela terão consequências duradouras”, afirmou. “Devemos nos preparar”.
Macron também voltou a demonstrar apoio à Ucrânia e criticar o presidente da Rússia, Vladimir Putin. “A guerra voltou à Europa. Isso foi uma escolha unilateral do presidente Putin, em uma situação humanitária trágica, um povo que resiste e uma Europa que está aqui e resistindo ao lado do povo ucraniano”, completou.






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