Uber insiste para que STF suspenda processos individuais e coletivos sobre vínculo empregatício até deliberação final da Corte

Uber argumenta que atual situação cria um estado de insegurança jurídica que necessita de decisão uniforme do STF para ser resolvida

A Uber reiterou seu pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que suspenda todos os processos individuais e coletivos em curso no país relacionados ao vínculo empregatício entre a empresa e os motoristas que utilizam seu aplicativo, até que a corte tome uma decisão definitiva sobre o tema. A empresa fez o primeiro pedido em 4 de março e, sem uma decisão do relator do caso, ministro Luiz Edson Fachin, reforçou a demanda, alegando um “agravamento do estado de insegurança jurídica”.

Desde que o Supremo reconheceu a repercussão geral do caso, seis movimentações diferentes foram observadas na Justiça Trabalhista sobre a matéria. Essas variações incluem decisões deferindo, indeferindo ou reconsiderando a suspensão dos processos até o pronunciamento definitivo da Corte; reconhecendo ou afastando o suposto vínculo empregatício; ou negando a transcendência da causa.

O primeiro pedido da Uber coincidiu com o lançamento de um projeto de lei pelo governo para garantir direitos e um “padrão remuneratório” a motoristas de aplicativos. Na petição desta sexta-feira, a empresa citou decisões divergentes de turmas do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e tribunais regionais reconsiderando a suspensão dos casos após o reconhecimento da repercussão geral pelo STF, além de outros casos contrastantes sobre o tema.

A Uber argumenta que essa situação cria um estado de insegurança jurídica que necessita de uma decisão uniforme do STF para ser resolvida.

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading