No 21º dia de guerra, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, endureceu o tom contra Teerã. Em entrevista concedida em frente à Casa Branca nesta sexta-feira (20), o republicano afirmou que, embora aceite dialogar, não tem interesse em um cessar-fogo no momento em que as forças americanas e israelenses dominam o conflito.
“Não se faz um cessar-fogo quando se está literalmente aniquilando o outro lado. Eles não têm marinha, não têm força aérea, os equipamentos acabaram e seus líderes estão mortos”, declarou Trump.
Liderança iraniana dizimada
A ofensiva da aliança EUA-Israel atingiu o núcleo do regime persa. Em 28 de fevereiro, bombardeios mataram o líder supremo, Ali Khamenei. Na última terça-feira (17), foi a vez de Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança, ser morto em operação militar.
Controle do Estreito de Ormuz
Apesar das tentativas de Teerã de obstruir o Estreito de Ormuz, Trump minimizou o impacto estratégico da medida. “O Irã está acabado do ponto de vista militar”, reiterou, sugerindo ainda que nações como China e Japão deveriam colaborar com a segurança marítima na região.
O conflito entra em sua quarta semana neste sábado (21). Questionado sobre a posição de Israel, Trump afirmou acreditar que os aliados concordarão com o fim das hostilidades assim que os objetivos militares dos Estados Unidos forem concluídos.






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