Surpresa zero: Nelson Piquet faz parte do grupo de whatsapp em que empresários defendem golpe de estado

Nelson Piquet tem uma reputação sólida e de poucas surpresas: está quase sempre do lado errado da história e na contramão da civilidade.  Depois de ter chamado atenção, recentemente, por agressões racistas e homofóbicas contra um piloto muito melhor do que ele, o supercampeão mundial britânico Lewis Hamilton, agora o ex-piloto brasileiro foi flagrado participando…

Nelson Piquet tem uma reputação sólida e de poucas surpresas: está quase sempre do lado errado da história e na contramão da civilidade. 

Depois de ter chamado atenção, recentemente, por agressões racistas e homofóbicas contra um piloto muito melhor do que ele, o supercampeão mundial britânico Lewis Hamilton, agora o ex-piloto brasileiro foi flagrado participando de um grupo de Whastapp formado por empresários e alguns satélites que defendem um golpe de estado no Brasil para impedir a eleição de Lula.

Leia a notícia publicada originalmente por Guilherme Amado, do Metrópoles, e hoje pelo site DCM:

Entre o grupo de empresários que defende um golpe de estado caso Lula vença as eleições, um nome chamou atenção: Nelson Piquet, ex-piloto da Fórmula 1.

Piquet colou em Bolsonaro para tentar ganhar seu espaço nas manchetes. Passou a adotar o discurso bolsonarista para ter, pelo menos, a atenção dos apoiadores do presidente.

Recentemente, o motorista de Jair Bolsonaro, Nelson Piquet, foi um dos que disseminaram o vídeo feito po Ivan Rejane Boa Pinto. O material contém ataques e ameaças de morte aos ministros do STF e a Lula. O extremista foi preso por ordem de Alexandre de Moraes, a pedido da Polícia Federal. 

Agora, Piquet faz parte do grupo de WhatsApp que defende um golpe de Estado.

Os diálogos ocorreram no grupo “Empresários & Política” no WhatsApp, revelados pelo Metrópoles. Além de Piquet, o espaço tem como membros Luciano Hang, dono da Havan; Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu; José Isaac Peres, dono da gigante de shoppings Multiplan; José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro, e Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia.

Randolfe Rodrigues acionou o STF contra os empresários. O senador quer que a Corte peça uma avaliação do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) sobre a possibilidade de quebra de sigilo, congelamento de contas e prisão preventiva.

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