A senadora Simone Tebet, embora tenha até agora apenas entre 1% e 2% do eleitorado em todas as pesquisas de opinião, tornou-se a última esperança das eltes empresariais brasileiras mais atrasadas de impedir uma vitória de Lula e, ao mesmo tempo, dificultar o caminho da reeleição de Bolsonaro.
É neste momento, pelo menos até que as pesquisas definam melhor o quadro, a candidata dos golpistas de colarinho branco.
Se tiver de ser o atual presidente, tudo bem, já que foi esta mesma elite que apoiou o golpe que derrubou o PT do poder em 2016, interditou Lula com sua prisão ilegal e, com isso, criou o ambiente para a ascensão de um governo de índole fascista e neoliberal ao poder. Mas, se puder ser um deles melhor ainda. Reside aí ua aposta na emedebista Simone,
O assunto foi abordado pelo Estadão:
Uma parcela significativa da classe dominante brasileira tenta reforçar o apoio à senadora Simone Tebet (MDB-MS), enquanto Jair Bolsonaro preserva a adesão dos ruralistas. “Com o nome de Simone Tebet (MDB-MS) praticamente definido como alternativa da terceira via, um grupo de empresários, executivos e intelectuais articula ações para impulsionar a senadora na corrida presidencial. Além de manifestos com o aval à candidatura, a estratégia envolve torná-la mais conhecida em todo o Brasil, bem como suas ideias e propostas”, aponta o jornal paulista.
“Um manifesto em apoio à senadora já reuniu 3 mil nomes, que vão da indústria à Faria Lima, a exemplo de Candido Bracher, ex-presidente do Itaú Unibanco, Pedro Wongtschowski, do Grupo Ultra, e Wolff Klabin, presidente do conselho da Klabin, além de economistas de linhagem tucana, como Armínio Fraga, Eliana Cardoso e Elena Landau – líder do plano econômico de Tebet. Eles dizem ver a senadora como capaz de reunir os ‘melhores nomes’ para traçar políticas públicas e acalmar investidores”, aponta ainda o jornal, o que demonstra que Tebet é a escolha de um segmento importante da burguesia brasileira.






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