Uma mordida de poodle custou caro — pelo menos no papel — à influenciadora brasileira Débora Rocha durante viagem aos Estados Unidos. O atendimento médico emergencial gerou uma dívida hospitalar de US$ 17 mil, aproximadamente R$ 84 mil na cotação atual, valor que ela só não precisou desembolsar do próprio bolso graças a um seguro-viagem internacional. O país não conta com um sistema gratuito de saúde.
O incidente aconteceu na Carolina do Norte, onde Débora estava hospedada em uma casa próxima à de uma vizinha que tinha quatro cachorros. Um filhote de shih-tzu cruzou a cerca que separava as residências, e a influenciadora, que se preparava para viajar a Orlando, na Flórida, tentou devolvê-lo. Foi nesse momento que um poodle a atacou.
“Ele apertou minha pele, e eu tirei muito rápido — se não, a mordida teria sido maior. Meio que arrancou esse pedaço aqui da minha pele, e aí começou a sangrar”, relatou em vídeo publicado nas redes sociais no último fim de semana. Débora contou ainda que já havia interagido com os animais anteriormente e que a tutora garantia que eles não mordiam.
Pronto-socorro e contas salgadas
Ao chegar a Orlando no mesmo dia, Débora tentou encontrar a vacina antirrábica em farmácias e clínicas convencionais, mas foi informada de que o imunizante só pode ser aplicado em um Emergency Room — equivalente ao pronto-socorro brasileiro. No hospital, soube que o protocolo exigia quatro doses da vacina, além de imunoglobulina aplicada diretamente na região ferida. Ela tomou apenas as duas primeiras doses em Orlando.
A dimensão da conta só ficou clara na segunda visita. Cada dose da vacina antirrábica custou cerca de US$ 2,5 mil, a imunoglobulina saiu por aproximadamente US$ 4 mil, e a simples entrada no pronto-socorro gerou uma taxa próxima de US$ 5 mil — valores que, somados, chegaram à cifra de US$ 17 mil.
“Eu já tinha achado muito caro, eu tinha achado um absurdo esse valor”, disse a influenciadora ao descobrir o preço do primeiro atendimento.






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