A sargento da Marinha Juliana da Silva Oliveira Pessoas, baleada na cabeça durante uma tentativa de assalto na Baixada Fluminense, foi transferida para o Hospital Naval Marcílio Dias, no Lins de Vasconcelos, Zona Norte do Rio. A militar estava internada em estado gravíssimo no Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (HMAPN), em Duque de Caxias.
A transferência ocorreu a pedido da própria família de Juliana, com o aval da equipe médica. A militar, que estava grávida, perdeu o bebê em decorrência do atentado. Ela estava no quarto mês de gestação e já havia escolhido o nome do menino: Pedro. O caso gerou comoção e a família chegou a mobilizar uma campanha de doação de sangue para ajudar no tratamento da sargento.
Relembre o caso
O ataque aconteceu no domingo (10). Juliana estava no banco do carona e seu marido dirigia o carro. Também estavam no veículo a sogra, a irmã e o cunhado. A família havia ido a São João de Meriti para comemorar o Dia dos Pais e, após o almoço, seguia para deixar parentes na Rua Tibet, em Vilar dos Teles.
Ao parar para o desembarque, a militar percebeu a aproximação de uma moto e alertou o marido. Em seguida, o garupa disparou contra a janela do motorista. Os criminosos fugiram sem levar nada. Câmeras de segurança registraram o momento do ataque. O caso segue sendo investigado.
Em nota, a Marinha do Brasil informou que está prestando todo o apoio necessário à militar e sua família e que acompanha as investigações policiais.
“A Marinha do Brasil (MB), por intermédio do Comando do 1º Distrito Naval, informa que está prestando todo o apoio necessário à militar e sua família. Além disso, ressalta que, em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº13.709/2018), informações de cunho pessoal não serão divulgadas. A MB lamenta profundamente o ocorrido e acompanha as investigações policiais que apuram as circunstâncias do caso”, diz o pronunciamento completo.






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