O vereador Rogério Amorim (PL), que preside a Comissão de Segurança da Câmara, declarou que entrou com uma representação no Ministério Público contra o Instituto Leme (sigla para Laboratório para Redução da Violência), empresa contratada pela Prefeitura, por R$ 4,9 mi, para prestar serviço de consultoria a respeito do projeto para criação da Força de Segurança Municipal e para armar parte da Guarda Municipal, enviado pelo Executivo à Câmara.
O anúncio foi dado, nesta quarta-feira após audiência pública sobre o projeto. Na solenidade, Amorim relatou que foi à sede da consultoria, localizada no Estácio, e só encontrou duas mulheres, que negaram a existência do instituto no local, como também o funcionamento de apenas um atelier de artes.
De acordo com o líder do PL, também descobriu que a empresa de orçamento milionário foi fundada há apenas um ano e questionou a razão da escolha, que deveria ser feita por expertise. Embora não seja exigida licitação para contratação deste tipo de serviço, o vereador considerou suspeito a falta de certame para um contrato tão alto e foi rebatido pelos representantes da Prefeitura sobre a capacidade da pessoa que encabeçaria o serviço, uma professora da Fundação Getúlio Vargas.





