A Prefeitura do Rio anunciou um plano de investimentos de R$ 225 milhões para as áreas de cultura e audiovisual até 2028. O programa foi apresentado nesta semana durante o painel “Cultura o Ano Todo”, realizado no Cidade das Artes, dentro da programação do Rio2C.
O lançamento foi feito pelo prefeito Eduardo Cavaliere, ao lado do secretário-executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, do secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, e do presidente da Riofilme, Leonardo Edde.
Segundo a prefeitura, os recursos serão destinados à criação de políticas públicas, editais e programas voltados ao fortalecimento da produção artística, preservação da memória cultural e desenvolvimento da indústria audiovisual carioca.
Cidade como referência
Durante o evento, Cavaliere afirmou que o objetivo é consolidar o Rio como referência internacional no setor audiovisual e ampliar a geração de empregos e renda na cidade.
“A indústria do audiovisual é estratégica para o nosso país e coloca o Brasil numa posição de protagonismo. As produções internacionais têm procurado o Rio de Janeiro para gravar aqui”, declarou o prefeito.
Entre as principais medidas anunciadas está a criação de uma política de fomento em fluxo contínuo, com editais voltados a instituições culturais e projetos de diferentes formatos. Os incentivos poderão variar entre R$ 50 mil e R$ 200 mil por iniciativa, totalizando R$ 4 milhões em investimentos.
O plano também prevê R$ 5,5 milhões para editais de pesquisa e residências artísticas, contemplando 80 propostas, além de R$ 3,75 milhões para projetos de valorização regional e fortalecimento de iniciativas culturais em diferentes áreas da cidade.
Premiação para coletivos
Outra frente anunciada é a continuidade do programa de premiação para coletivos culturais, que vai investir R$ 2,2 milhões em manifestações de cultura popular e urbana.
Na área de preservação histórica, a prefeitura informou que pretende ampliar ações de catalogação e valorização de acervos culturais cariocas. Também foram detalhados projetos como a Biblioteca dos Saberes, na Praça Onze, e o Centro Cultural Rio Áfricas, previsto para o Cais do Valongo.





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