Ricardo Salles, deputado federal (PL-SP) e ex-ministro do Meio Ambiente de Jair Bolsonaro, se tornou réu por corrupção passiva, crimes contra a flora e organização criminosa.
A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) baseada em relatório parcial da Polícia Federal (PF) que aponta crimes que teriam sido cometidos por Salles, como a nomeação de policiais militares sem experiência em fiscalização ambiental para ocupar importantes cargos no Ibama.
A investigação é parte da Operação Akuanduba, realizada em maio de 2021. Salles pediu demissão do Ministério do Meio Ambiente em 23 de junho do mesmo ano.
O ex-ministro de Jair Bolsonaro e atual relator da CPI do MST também é acusado de praticar ingerência em uma operação da Polícia Federal contra exportação ilegal de madeira, realizada em 2021.
À época, um relatório da PF indicou que o ex-ministro atendeu a pedidos de empresas exportadoras para liberar cargas de madeira embargadas e apreendidas. À PF, Salles já admitiu ter se reunido com madeireiros quando era chefe da pasta, mas disse que a agenda ocorreu a pedido de Luiz Eduardo Ramos, ex-ministro da Secretaria de Governo.
Com informações do 247.






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