Mais de 13 mil medicamentos podem ficar mais caros a partir desta sexta-feira. Começa a valer a autorização de reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), órgão interministerial que define o preço máximo ao consumidor em cada estado. A Câmara deve publicar o reajuste máximo hoje no Diário Oficial.
De acordo com o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), o reajuste será de 10,89%. O índice é calculado levando conta a variação Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ganhos de produtividade, variação dos custos dos insumos e características de mercado.
Apesar do reajuste, o aumento ao consumidor não é imediato porque ainda há estoques nas farmácias, diz o Sindusfarma. Mas o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) alerta que o reajuste será sobre o preço máximo estabelecido, e as farmácias costumam dar descontos em relação ao valor máximo.






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