“Quando a gente quer promover o pobre e cobrar um pouquinho do rico, tem sempre gente contra”: Lula critica quem resiste a reduzir desigualdade

Presidente diz que políticas sociais não podem ser vistas apenas como gastos, mas como investimentos essenciais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou hoje a resistência política enfrentada por seu governo diante das medidas voltadas à promoção social e à cobrança fiscal sobre os mais ricos. Segundo Lula, “quando a gente quer promover o pobre e cobrar um pouquinho do rico, tem sempre gente contra”, ressaltando a complexidade da agenda de combate à desigualdade no Brasil.

O presidente destacou que a defesa dos direitos sociais, a ampliação do acesso a serviços públicos e a justiça fiscal são pilares fundamentais para o desenvolvimento do país. “Tem muita gente que não quer que o pobre cresça, que o pobre melhore de vida. E essa luta é antiga, mas é necessária”, afirmou.

Lula explicou que as políticas sociais não devem ser vistas como meros gastos, mas como investimentos essenciais para a inclusão e a geração de oportunidades. Ele frisou que a cobrança de impostos sobre grandes fortunas e o combate à sonegação são medidas que buscam equilibrar o sistema e financiar programas sociais sustentáveis.

Além disso, o presidente afirmou que o seu governo mantém o compromisso de fortalecer programas como o Bolsa Família e ampliar iniciativas que garantam dignidade e qualidade de vida à população mais vulnerável. “Não é possível pensar um Brasil justo sem combater as desigualdades e garantir que todos tenham acesso ao básico”, concluiu.

As declarações foram feitas no encerramento da jornada Caminho das Águas, que integra o Novo PAC, no mesmo evento em que Lula celebrou os avanços da transposição do Rio São Francisco desenvolvimento inclusivo.

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