A imagem computadorizada da nova cepa, feita por pesquisadores do hospital Bambino Gesù de Roma, na Itália, da variante ômicron – também chamada B.1.1529 – no modelo divulgado pelo hospital italiano – que destaca a proteína S (spike) – é possível notar uma maior concentração de mutações (os pontos vermelhos, com maior variabilidade, e a área cinza onde não há variação).
A proteína S é a que forma a “coroa” do vírus, e funciona como “chave” na hora de se acoplar às células humanas para sua replicação e infecção – é nela que muitas vacinas agem.
Os pesquisadores disseram, em um comunicado, que o modelo tridimensional revela “muito mais mutações” na ômicron, mas que ainda é cedo para tirar conclusões.
“[Ter mais mutações] não quer dizer automaticamente que são mais perigosas, diz simplesmente que o vírus se adaptou mais uma vez à espécie humana gerando outra variante”, disseram em nota.






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