Após intensificar a pressão econômica contra a Venezuela, o governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a adotar medidas semelhantes contra Cuba. Há semanas, a venda de petróleo para a ilha vem sendo bloqueada, o que agravou a crise energética no país.
Diante da escassez de combustível, o governo cubano anunciou que não terá condições de abastecer aeronaves nos aeroportos. A partir de terça-feira (10), companhias aéreas que mantêm voos para Cuba deverão levar combustível suficiente para a viagem de retorno ou realizar escalas técnicas em países vizinhos.
Os impactos, no entanto, vão além do setor aéreo. A falta de combustível dificulta a distribuição de alimentos e medicamentos, ampliando a escassez de produtos essenciais. O transporte público, que já enfrentava problemas, opera com ainda mais restrições.
O turismo, um dos principais motores da economia cubana, também sente os efeitos da crise. Pelo menos dois resorts localizados na praia de Cayo Coco informaram que podem suspender as atividades, já que não há combustível sequer para o deslocamento dos funcionários. Operadoras canadenses especializadas em viagens para Cuba afirmaram que estão acompanhando a situação de perto.






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