A polícia tailandesa anunciou nesta segunda-feira (30) estar procurando três turistas sul-coreanos que estavam hospedados no quarto onde teve início o incêndio que matou a médica brasileira Carolina Pimentel Canales de Albuquerque, de 24 anos, em Bangkok, neste domingo. O incidente também resultou na morte de um ucraniano e um americano, além de deixar quatro pessoas feridas.
De acordo com o site tailandês Khaosod, o Ember Hotel, onde Carolina estava hospedada com seu noivo, foi inspecionado nesta segunda-feira. Os investigadores identificaram que o fogo começou no quarto 511, onde uma cama severamente danificada pode ter sido o ponto inicial do incêndio.
A médica alagoana estava em viagem com seu companheiro, o arquiteto e urbanista Fernando da Resurreição, que sobreviveu à tragédia. Carolina havia sido pedida em casamento menos de uma semana antes e estava prestes a completar 25 anos no final de janeiro. O casal tinha o retorno ao Brasil programado para esta segunda-feira, conforme informações divulgadas pela imprensa local.
Em relato à imprensa tailandesa, o noivo disse que chegou a tentar fugir do local do hotel com Carolina. O volume de fumaça, no entanto, dificultou a visão e fez com que os dois se separassem. Quando a equipe de resgate conseguiu acessar o local, a alagoana já foi encontrada morta.
O fogo começou por volta das 21h (horário local) — manhã de domingo, no Brasil. Entre as hipóteses sobre a origem do incêndio, segundo o site tailandês CH7, está um curto-circuito ou acidente com cigarro.
Nas últimas semanas, Carolina usou as redes sociais para compartilhar momentos da viagem ao lado do companheiro. Em sua última publicação, horas antes do incêndio, publicou a foto de um prato regional e escreveu: “O último Pad Thai. Até a próxima”.
Na noite deste domingo, o Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed) comunicou a morte da alagoana, que era filha e neta de médicas.
Com informações de O Globo.





