O Disque Denúncia divulgou, neste sábado (13), um cartaz com o título ‘Quem Matou?’ e uma recompensa de R$ 5 mil para auxiliar nas investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) na identificação e prisão do assassino do sargento PM Vagner Cunha Lima, de 46 anos. Vagner estava de folga quando foi morto a tiros em um bar na Rua Pereira da Rocha, em Ricardo de Albuquerque, Zona Norte Rio. Ele é o segundo agente da corporação a morrer em menos de 5 dias.
Segundo testemunhas, o atirador estacionou uma moto preta sem placa na calçada, entrou no estabelecimento usando capacete e máscara, e carregava uma sacola com refrigerante, fingindo ser um cliente. Na sequência, ele seguiu em direção à mesa do PM, que jogava cartas com amigos, e disparou várias vezes. Atingido no rosto, Vagner morreu na hora e o suspeito fugiu.
Agentes da DHC fizeram uma perícia no bar e buscam imagens de câmeras de segurança da região que possam ajudar a traçar o trajeto do bandido, além de apurar as circunstâncias do crime.
Lotado no 27º BPM (Santa Cruz), o sargento é o 39º policial militar morto em ações violentas no Rio neste ano. O corpo de Lima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) do Centro. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento.
Quem tiver informações sobre a localização e identificação do suspeito, pode denunciar pelos seguintes canais, com garantia de anonimato:
- Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177
- WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177
- Aplicativo: Disque Denúncia RJ
Segundo PM morto em menos de uma semana
O sargento Vagner Lima é segundo PM morto em menos de 5 dias no estado. Na segunda-feira (08), o sargento Allan de Oliveira, 45, foi assassinado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em circunstâncias similares.
O sargento estava de folga e conversava em uma rua com William da Silva Oliveira André, 40, quando foi alvo do ataque de criminosos encapuzados, que desceram de um veículo e abriram fogo contra a dupla.
William, que já havia sido preso por homicídio e adulteração de veículo, morreu no local. Allan chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Há a suspeita de que traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP), que domina a venda de drogas na região, estejam envolvidos no crime.






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