Polícia deflagra operação para apreender 10 menores que ameaçaram atacar escolas; ação inclui o Rio

 Sob a coordenação do miniatério da Justiça, a Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou nesta quarta-feira (19) a Operação Escola Segura para cumprir mandados de internação provisória e busca e apreensão domiciliar contra menores envolvidos em planejamentos de ataques a escolas brasileiras. Além de Santa Catarina, participam da ação as policiais civis do Rio de…

 Sob a coordenação do miniatério da Justiça, a Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou nesta quarta-feira (19) a Operação Escola Segura para cumprir mandados de internação provisória e busca e apreensão domiciliar contra menores envolvidos em planejamentos de ataques a escolas brasileiras.

Além de Santa Catarina, participam da ação as policiais civis do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco e Paraná. De acordo com o delegado-geral Ulisses Gabriel, são cumpridas 10 mandados de internações provisórias, 13 de busca e apreensão e 11 afastamentos de sigilo de dados no país.

As investigações iniciaram logo após o ataque na creche Cantinho Bom Pastor, em Blumenau, no Vale do Itajaí, no dia 5 de abril de 2023. Quatro crianças morreram e outras cinco ficaram feridas.

A partir do crime, então foram localizados outros indivíduos que estariam planejando ataques nas redes sociais envolvendo atos de violência. Em Santa Catarina, a operação é coordenada pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e pelo Grupo de Investigação de Crimes Cibernéticos do Ministério Público de Santa Catarina (CyberGaeco).

Os menores estão sendo investigados pela suposta prática de atos infracionais equiparados aos delitos de ameaça, incitação ao crime, apologia ao crime ou criminoso, associação criminosa, além de crimes do estatuto do desarmamento.

A Operação Escola Segura é Capitaneada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (DIOPI/SENASP/MJSP).

Em nota, o Ciberlab (Laboratório de Operações Cibernéticas) e a Coordenação-Geral de Inteligência do MJSP, juntamente com Delegacias de crimes cibernéticos das principais regiões brasileiras, continuam monitorando ameaças na Internet relacionadas a possíveis ataques em escolas. Além disso, centenas de profissionais de Segurança Pública de diversas Agências de Inteligência e Delegacias de Polícia (Crimes Cibernéticos, Inteligência, Proteçao da Criança e Adolescente) de forma integrada, realizaram múltiplas ações relacionadas à temática.

(Com informações do g1)

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