A Polícia Civil do Rio de Janeiro se prepara para reforçar a proteção de seus agentes com a aquisição de novos coletes balísticos capazes de resistir a disparos de fuzil. O edital do pregão eletrônico internacional para compra dos equipamentos já foi publicado, marcando mais um passo no processo de modernização da corporação.
A informação foi antecipada por Ancelmo Gois, de O Globo. Segundo a corporação, os novos coletes são considerados de alta performance e também se destacam por serem mais leves e anatômicos, o que deve reduzir o desgaste físico durante as operações policiais.
Tecnologia e proteção avançada
Os coletes serão compostos por painéis de fibra sintética com nível de proteção IIIA, além de placas rígidas frontais, dorsais e laterais com nível III+. O modelo adotado é o “Stand Alone Multicurve”, no formato “Shooters Cut”, fabricado com material cerâmico e lâminas de fibra de polietileno.
Esse conjunto tecnológico permite maior resistência balística sem comprometer a mobilidade dos agentes, fator considerado essencial em ações de enfrentamento ao crime organizado.
Padronização internacional e conforto
Os equipamentos serão disponibilizados em tamanhos M e G, com design unissex, seguindo padrões internacionais utilizados por forças de segurança e unidades táticas. A proposta é garantir não apenas proteção, mas também ergonomia e conforto no uso prolongado.
De acordo com a Polícia Civil, a escolha das especificações técnicas leva em conta experiências de outras corporações ao redor do mundo, priorizando eficiência operacional e segurança.
Investimento em modernização
O secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Delmir da Silva Gouvea, destacou que a iniciativa faz parte de um esforço contínuo de modernização da instituição.
“Estamos investindo em tecnologia, mobilidade e segurança para quem está na linha de frente do combate ao crime organizado. Proteger o policial também é proteger a sociedade. Esses novos coletes fazem parte de um processo contínuo de modernização da Polícia Civil”, afirmou.
A expectativa é que a aquisição contribua para melhorar as condições de trabalho dos agentes e ampliar a eficácia das operações em áreas de maior risco.






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