O delegado Angelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana), identificou um adolescente como a “mente por trás” de ao menos dois casos de estupro coletivo no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, o menor teria articulado o crime ocorrido recentemente em Copacabana e um segundo episódio denunciado logo em seguida.
A Polícia Civil solicitou a busca e apreensão do jovem, argumentando que ele se aproveitava da confiança das vítimas — de 14 e 17 anos — com quem já havia mantido relacionamentos anteriores. “Entendemos que a apreensão é necessária por ele ser o articulador e ter livre acesso às vítimas”, afirmou Lages.
Divergência com o Ministério Público
Apesar do pedido da polícia, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) manifestou-se contra a apreensão. Na última segunda-feira (2), o promotor Carlos Marcelo Messenberg solicitou que a Justiça negue o pedido de internação do menor.
Prisões decretadas
Enquanto o caso do adolescente segue sob análise da Vara da Infância e da Juventude em sigilo, os outros quatro envolvidos, por serem maiores de idade, já estão presos. Os dois últimos se entregaram à polícia nesta quarta-feira (4).
O adolescente responde por ato infracional análogo ao crime de estupro. Por determinação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sua identidade não foi revelada.





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