O policial militar Luis César Cunha, lotado no 15º BPM (Duque de Caxias), se entregou à polícia nesta segunda-feira (21). Ele é um dos quatro suspeitos de participar do ataque ao bicheiro Vinicius Drumond, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, no dia 11 deste mês. Outros dois envolvidos seguem foragidos: Adriano de Carvalho de Araújo e Rafael Ferreira da Silva, o Cachoeira.
Cunha se apresentou na 22ª DP (Penha) e foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), responsável pelo inquérito. A Polícia Militar disse que colabora com as investigações por meio da Corregedoria da corporação.
Na ocasião do crime, os suspeitos dispararam 30 tiros de fuzil 7.62 no Porsche do contraventor, que é blindado. Drumond foi atendido em um hospital da região com escoriações leves e liberado no mesmo dia.
De acordo com as investigações, os bandidos acessaram a Avenida Lúcio Costa e fizeram caminhos distintos. O carro de onde partiram os tiros foi encontrado no bairro de Guaratiba com um dos pneus estourado, enquanto o outro estava em Duque de Caxias.
Segundo a polícia, após abandonarem o automóvel em Guaratiba, eles abordaram uma mulher e a obrigaram a transportá-los até Nova Iguaçu, às margens da Dutra, onde outro integrante da quadrilha esperava o bando.
Ação contra quadrilha
Neste sábado (19), a DHC prendeu o ex-PM Deivyd Bruno Nogueira Vieira, o Piloto, de 38 anos, em Nova Iguaçu. No ano passado, Deivyd foi expulso da corporação por receptação de veículo roubado e tráfico de drogas. Ele acabou autuado em flagrante por porte de arma de uso restrito, já que estava com uma pistola calibre 9mm sem autorização.
Deyvid e Cachoeira também seriam suspeitos de participação do assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, no Centro do Rio, em fevereiro de 2024, e fazem parte de uma milícia que age em Caxias.






Deixe um comentário