Brasil 247 – A PGR (Procuradoria-Geral da República) defendeu a rejeição de um pedido para que Jair Bolsonaro (PL) seja investigado por suposta interferência na PF (Polícia Federal) no âmbito das apurações de escândalo no MEC (Ministério da Educação) que destinou verbas do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) por indicação de pastores evangélicos.
As informações são do portal UOL.
Em junho, o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro chegou a ser preso pela PF sob acusações de que teria participado de um esquema de tráfico de influência e corrupção na liberação dos recursos. Ribeiro foi liberado um dia depois após decisão do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região).
Na mesma data em que o ex-ministro foi detido, a PF também prendeu os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, religiosos ligados ao antigo chefe do MEC, citados como lobistas do “balcão de negócios”. Eles também foram soltos.
Segundo interceptação telefônica feita pela PF dias antes da prisão, Ribeiro disse a uma filha que havia recebido uma ligação de Bolsonaro e que o presidente afirmou ter um “pressentimento” de que o ex-ministro poderia ser usado para atingi-lo.






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