PF comete erro grosseiro e cita indenização da filha de Marconi Perillo como fraude

A Operação da Polícia Federal, realizada nesta quinta-feira (6), com foco em investigações envolvendo a família do ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), cometeu um erro grave ao citar erroneamente uma transferência de indenização realizada para uma das filhas do ex-governador. .O valor de R$ 18.384,99 foi mencionado na operação como parte de uma investigação…

A Operação da Polícia Federal, realizada nesta quinta-feira (6), com foco em investigações envolvendo a família do ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), cometeu um erro grave ao citar erroneamente uma transferência de indenização realizada para uma das filhas do ex-governador.

.O valor de R$ 18.384,99 foi mencionado na operação como parte de uma investigação sobre pagamentos ilegais, mas, segundo a defesa, trata-se de uma compensação legítima relacionada a uma ação judicial contra a TAM.

De acordo com a nota emitida pelo advogado Romero Ferraz, a transferência foi interpretada de maneira equivocada pelos investigadores. A quantia mencionada, que foi transferida pelo advogado João Paulo Brzezinski à filha de Marconi Perillo, estava relacionada a uma indenização decorrente de um processo movido contra a TAM, e não tem nenhuma ligação com os supostos crimes investigados.

João Paulo Brzezinski, que também atuou como advogado da família Perillo, foi o responsável pela transação, que envolvia a defesa de outra cliente — uma organização social (OS) que estava sendo investigada. A defesa afirma que os investigadores tentaram confundir as duas situações, gerando uma falsa conexão que não existe.

A defesa de Marconi Perillo e sua filha enfatiza que não há qualquer evidência de envolvimento em atividades criminosas e que a operação é uma tentativa de constrangimento ilegal. O advogado Romero Ferraz disse estar tranquilo em relação à “falsa narrativa” que foi divulgada pela Polícia Federal, afirmando que os fatos mencionados não têm qualquer vínculo com os atuais acontecimentos e que se referem a eventos ocorridos há sete anos.

Ferraz também criticou a ação como parte de uma série de investigações sem provas substanciais, que fazem parte de uma tentativa de manchar a imagem da família Perillo sem fundamentação legal. A defesa apontou, ainda, que a Operação Panacéia está sendo assinada pelo procurador Mário Lúcio Avelar, conhecido por ter liderado investigações contra Marconi Perillo em 2016, todas arquivadas por falta de provas.

De acordo com o advogado, a operação em curso faz parte de uma tentativa recorrente de assediar e constranger Marconi Perillo, sem qualquer base sólida para acusações. Ele criticou o fato de que, após anos de investigações e arquivamentos, novas acusações estão sendo feitas sem evidências claras de envolvimento em qualquer crime.

A defesa destaca que a falta de provas claras torna a Operação Panacéia mais uma tentativa falha de acusação, que deverá ser novamente arquivada devido à ausência de fundamentação legal.

A operação gerou grande repercussão, especialmente em relação à abordagem da Polícia Federal, que foi acusada de confundir e misturar processos legais não relacionados para criar uma narrativa que envolvesse a família Perillo em investigações criminais. A defesa reitera que a acusação não passa de uma tentativa de prejudicar os envolvidos sem base sólida.

A continuação da investigação, sem evidências concretas, gera um cenário de incerteza jurídica para a família do ex-governador Marconi Perillo, mas os advogados acreditam que a operação não vai além de uma nova acusação infundada que será eventualmente descartada pelas autoridades.

A Operação Panacéia, até o momento, não apresentou provas que sustentem as acusações contra Marconi Perillo e sua família. As alegações de confusão de processos e a falta de uma narrativa consistente levantam questionamentos sobre a eficácia e a imparcialidade da investigação. A defesa permanece confiante de que, mais uma vez, a operação será arquivada devido à ausência de fatos substanciais que comprovem qualquer crime.

Com informações do Goiás 24 horas via portal Diário do Centro do Mundo

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