Apesar das reclamações feitas em público pelo presidente Jair Bolsonaro contra a política de preços da Petrobrás, a estatal não dá a menor bola para as queixas do chefe do governo que, a rigor, controla a empresa.
A cúpula da Petrobras tem dito internamente que não há prazo para baixar o preço dos combustíveis, mesmo com queda da cotação do petróleo.
A pessoas próximas, o presidente da estatal, general Joaquim Silva e Luna, afirma que a decisão de rever o mega-aumento dado pela Petrobras na gasolina e no diesel depende do comportamento do mercado. A conta dependerá da cotação do barril do petróleo, da taxa de câmbio e do volume de combustível fornecido por importadores para o mercado local.
O militar também avalia que o cenário a respeito da cotação do petróleo está instável e que as mudanças que têm ocorrido são conjunturais e não estruturais.
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