Após a desistência de Joe Biden e a escolha de Kamala Harris como pré-candidata para disputar a presidência dos Estados Unidos contra Donald Trump, o Partido Democrata resolveu, nesta quarta-feira (24), antecipar a nomeação de Kamala como candidata. A primeira estratégia definida pelo partido foi antecipar a nomeação oficial do candidato, que seria no dia 19 de agosto, para o primeiro dia do mês.
Segundo as novas normas aprovadas pelo painel de regras da Convenção Nacional Democrata, os candidatos presidenciais têm até sábado à noite (27) para declararem formalmente a candidatura e até terça-feira (30) para encaminharem assinaturas de, no mínimo, 300 delegados, com no máximo 50 de um único estado.
A nomeação do candidato pelo partido acontecerá por cédulas eletrônicas encaminhadas aos delegados da convenção. Caso apenas um candidato, no caso Kamala Harris, declarar a candidatura, a escolha será feita no dia primeiro de agosto. Porém, se mais algum político cumprir os pré-requisitos e declarar a candidatura, o partido pode estabelecer um período de no máximo cinco dias para que os candidatos apresentem seus casos aos delegados.
Os democratas afirmaram que o objetivo é nomear os candidatos presidenciais e vice-presidenciais até 7 de agosto, com o intuito de evitar a possibilidade de brigas judiciais relativa ao acesso às cédulas em Ohio. Apesar de o estado ter adiado o prazo (para 1 de setembro) para os partidos políticos enviarem seus indicados oficiais, a nova lei só entrará em vigor no fim de agosto.
Após o candidato presidencial ser oficialmente nomeado, cabe a ele nomear o vice-presidente, sem necessidade de uma nova votação remota.
As novas regras também exigem votos cerimoniais para presidente e vice-presidente, bem como a votação na plataforma do partido durante a convenção democrata, que está programada para ocorrer no estado de Chicago entre os dias 19 a 22 de agosto.
Com informações do Metrópoles.





