Segundo pesquisa realizada, pelo DataPoder 360, Jair Bolsonaro tem ótimo/bom de 29%, regular de 20% e ruim e péssimo de 48%. A metade do contingente regular aprova o governo e outros 35% desaprovam. O ótimo e bom junto aos pobres é de 35% e junto aos ricos é de 19%. Ou seja, por trapaça do destino, Bolsonaro se sustenta pelo apoio dos mais pobres por conta do auxílio emergencial.
Tradicional adversário das políticas sociais de compensação, o presidente está totalmente dependente da iniciativa governamental. Para o cientista político, Alberto Almeida, Bolsonaro já entendeu a importância política da ajuda estatal. “Por isto, está no meio do cabo de guerra entre a política econômica liberal e gastar mais para socorrer a base da pirâmide”, avalia.






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