O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), repudiou, nesta terça-feira (23/8), as declarações dadas por empresários em defesa do golpe de Estado, caso o presidente Jair Bolsonaro (PL) saia derrotado nas eleições deste ano. As mensagens trocadas pelos empresários em um grupo de WhatsApp motivou ações da Polícia Federal e que foram divulgadas pelo colunista Guilherme Amado, do site Metrópoles.
Nesta manhã, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio das contas bancárias e das redes sociais dos empresários bolsonaristas. O magistrado também pediu a quebra de sigilo financeiro dos investigados e expediu mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram cumpridas pela Polícia Federal.
Pacheco disse não ter conhecimento da operação da PF, mas resumiu as manifestações dos envolvidos como “desserviço ao país” e “traição à Pátria”.
“Qualquer pessoa que prega retrocesso democrático, atos institucionais ou volta da ditadura está completamente equivocado. É um desserviço ao país, é uma traição à Pátria e isso obviamente tem que ser rechaçado e repudiado com toda veemência pelas instituições”, disse.
Para o senador, não há “risco concreto à democracia”. “Nossa democracia está tão assimilada, forte e institucionalizada pela sociedade que considero esses arroubos, que precisam ser repudiados, não fazem gerar um risco concreto à democracia. São manifestações infelizes que devem ser rechaçadas”, completou.






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