As forças armadas dos Estados Unidos levaram apenas 47 segundos para capturar Nicolás Maduro e sua esposa em um complexo fortificado em Caracas, segundo informações divulgadas pelo presidente Donald Trump. A operação, considerada histórica, foi concluída sem baixas americanas confirmadas.
Batizada de Operação Determinação Absoluta, a ação foi preparada ao longo de meses e executada a partir do Caribe, envolvendo uma mobilização militar sem precedentes na América Latina. Do início ao fim, a ofensiva durou pouco menos de cinco horas.
Os detalhes oficiais foram apresentados por Trump e pelo chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Dan Caine, que classificou a missão como uma exfiltração de alvos de alto valor, e não uma invasão convencional.
Preparação e janela de ataque no Caribe
De acordo com o comando americano, as forças aguardaram por semanas uma janela climática favorável para executar a ofensiva. A autorização final foi dada na noite de sexta-feira (2), quando Trump estava na Flórida, sincronizando a ação com o horário local da Venezuela.
Ao todo, cerca de 150 aeronaves partiram de aproximadamente 20 pontos estratégicos, incluindo o porta-aviões USS Gerald Ford, o maior do mundo, e o navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima, que teve papel central na coordenação da missão.
Caças F/A-18 e F-22, além de bombardeiros estratégicos B-1B, foram responsáveis pela primeira onda de ataque, criando um corredor aéreo seguro entre o Caribe e Caracas para a entrada das forças especiais.
Corredor aéreo e entrada das forças especiais
A reação das defesas venezuelanas foi considerada mínima, o que levantou suspeitas sobre possíveis acordos internos para facilitar a entrega de Maduro. Ainda assim, houve ataques pontuais e coordenados contra alvos militares em pelo menos três estados do país.
O objetivo inicial, segundo o general Caine, era neutralizar sistemas de defesa aérea e proteger os helicópteros que transportavam os soldados. Para isso, os EUA empregaram drones e aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler.
Com o corredor aéreo aberto, helicópteros MH-60 Seahawk e CH-47 Chinook avançaram sobre Caracas a baixa altitude, transportando integrantes da Delta Force, unidade de elite do Exército americano.
Captura em menos de um minuto
Às 2h01 no horário local, as forças especiais entraram no bunker onde Maduro estava escondido. O presidente venezuelano tentou alcançar uma sala segura com portas de aço, mas foi rendido em apenas 47 segundos.
Houve troca intensa de tiros, segundo o comando americano, mas nenhum militar dos EUA ficou ferido. Ainda não há informações oficiais sobre vítimas venezuelanas durante a operação.
Maduro e sua esposa foram rapidamente levados de helicóptero para o USS Iwo Jima. Em imagens divulgadas posteriormente, o líder venezuelano aparece algemado, usando óculos escuros e abafadores de som.
Retirada, impacto e demonstração de força
O helicóptero pousou no navio americano pouco depois, já em águas internacionais. Segundo Trump, não foi necessária uma segunda onda de ataques, embora as forças permanecessem em prontidão.
A mobilização, iniciada em agosto, é considerada a maior já realizada pelos Estados Unidos na América Latina, superando ações históricas como a captura de Manuel Noriega, no Panamá, em 1989.
Analistas avaliam que a rápida neutralização do comando venezuelano e a retirada imediata das tropas americanas reduziram significativamente o risco de escalada militar. Em Caracas, relatos indicam que a notícia da captura de Maduro foi recebida com celebrações em algumas áreas da capital.






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