O general Hamilton Mourão vai intensificar as visitas ao Rio de Janeiro nos próximos meses. A intenção é testar a aceitação de seu nome, numa eventual candidatura, que tanto pode ser ao Governo do Estado como ao Senado. Em setembro, está programada uma palestra, possivelmente na Associação Comercial, onde Mourão vai discorrer sobre suas origens cariocas, especialmente em Copacabana, e analisar os problemas do Rio, com foco em segurança pública. Um pauta nitidamente de candidato, embora nada tenha sido efetivamente decidido.
Amanhã, como registrou Lauro Jardim de O Globo, vai ao ar no perfil do Instagram do professor Antônio Carlos, presidente do PRTB, com reprodução em seu programa na Rádio Carioca, uma entrevista com o vice-presidente da República. Análises sobre as mazelas do Rio serão entremeadas a recordações da infância nas ruas de Copacabana, para onde se mudou aos 4 anos, vindo do Rio Grande do Sul.
Mourão rememora os primeiros jogos do Flamengo, que assistiu no Maracanã em companhia do pai; relembra os amigos de Copacabana e depois recorda os postos de comando que ocupou na cidade, já como oficial do Exército Brasileiro.
Nada está decidido, mas nada também está descartado, resume Antônio Carlos, entusiasta da candidatura de Mourão.
Leia a nota de Lauro Jardim:
Hamilton Mourão candidato a governador do Rio de Janeiro em 2022. Esse é hoje o desejo do PRTB.
Nos últimos meses se especulou sobre uma possível candidatura de Mourão ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Embora nada tenha sido definido, muito menos pelo próprio Mourão, seria o Rio a primeira opção eleitoral do vice se ele de fato for enfrentar as urnas no ano que vem.
Amanhã, vai ao ar no perfil do Instagram do professor Antonio Carlos, presidente do PRTB-RJ, uma entrevista de Mourão em que ele fala longamente do … Rio.
Na entrevista, Mourão chega até a elencar medidas que o estado precisa. Uma espécie de programa de governo:
— Na questão econômica é preciso resolver o equilíbrio fiscal. O Rio tem que entrar dentro do orçamento. É preciso reformas previdenciária, administrativa, enxugamento do estado. O ambiente de negócios não é amigável. Tem ainda a ocupação desordenada do solo na cidade. As favelas… Usa-se o eufemismo ‘comunidade’, mas as pessoas vivem sem saneamento e elas têm que ter acesso a esgoto e titulo de propriedade. É preciso também o combate incessante ao tráfico de drogas, atuando em cima do financiamento. O Rio pode ser um grande centro financeiro, comercial e portuário.






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