Novas denúncias indicam que direção da Caixa abrigava um antro de tarados e assediadores 

O conselho de administração da Caixa se reúne na tarde de hoje para deliberar sobre uma providência importante: a contratação de uma empresa especializada em investigações em empresas para apurar as denúncias de assédio sexual de que Pedro Guimarães e de outras que atingem outros executivos (já afastados) do banco são acusados. A  notícia é…

O conselho de administração da Caixa se reúne na tarde de hoje para deliberar sobre uma providência importante: a contratação de uma empresa especializada em investigações em empresas para apurar as denúncias de assédio sexual de que Pedro Guimarães e de outras que atingem outros executivos (já afastados) do banco são acusados.

A  notícia é de Lauro Jardim, colunista do Globo.

A auditoria externa é tida pelo colegiado como fundamental para que não reste dúvida quanto à lisura da investigação.

Quando foram reveladas, na semana passada, as denúncias de assédios sexual e moral que pesam sobre Pedro Guimarães, a ouvidoria da Caixa tinha apenas uma sendo investigada — justamente a que acusava o então presidente. (O MPF investiga outras cinco denúncias contra Guimarães, mas são apurações feitas de forma independente e separadas)

Desde que o caso veio à tona, porém, esse número cresceu. O canal de denúncias da Caixa relativos a assédios sexual e moral registrou mais nove denúncias entre os dias 28 de junho e 1° deste mês apenas para os cargos de diretores, vice-presidente e presidente.

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