Brasil de Fato — A escolha da da presidenta da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, para ministra da Saúde é um marco histórico, já que pela primeira vez a pasta será comandada por uma mulher.
Para Nísia Trindade, o simbolismo da nomeação não é novo. Na presidência da Fiocruz desde 2017, ela também foi a primeira mulher no cargo em 120 anos de história da Fundação.
A socióloga e cientista política é referência pela produção científica. Tem mais de 100 publicações entre artigos, livros e textos e participou de eventos no mundo todo. A atuação acadêmica extrapola os muros das universidades há décadas. Além da marca na produção de conhecimento, a nova ministra é reconhecida por atuar para ampliar os diálogos entre ciência e sociedade.
Nísia Trindade nasceu e foi criada na cidade do Rio de Janeiro.
A gestão da escolhida de Lula na presidência da Fiocruz teve na pandemia da covid-19 um dos principais desafios. A instituição foi primordial para o desenvolvimento de respostas à emergência sanitária e para a produção de conhecimento sobre o coronavírus. Teve também papel fundamental na produção de vacinas e testes.
A pesquisadora foi responsável pela criação do Observatório Covid-19. A iniciativa foi responsável por parte importante da sistematização e divulgação de informações sobre o andamento da pandemia no Brasil.





