Na véspera de uma reunião com o Ministro da Economia, Paulo Guedes, que pode ser decisiva para o futuro do Regime de Recuperação Fiscal, o governador Cláudio Castro obteve um apoio político de peso. Na redes sociais, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) pediu “sensibilidade” ao Ministério da Economia, que vetou a inclusão do Rio de Janeiro no novo RRF.
“Peço que a Economia tenha sensibilidade e bom senso para não sufocar um estado que tanto nos orgulha. Que tanto entregou ao país e que, com trabalho e fé, voltará a ser um motor de crescimento nas áreas da cultura, turismo, além de óleo e gás”, escreveu Lira.
Lira condenou a postura exclusivamente tecnocrática de Paulo Guedes na análise do caso e afirmou que o Rio honra seus compromissos.
“O Rio de Janeiro, depois de tanta turbulência, merece estabilidade e previsibilidade para reconstruir sua situação fiscal. O estado vem dando passos consistentes — pagando suas contas em dia e se guiando pela responsabilidade fiscal. Um esforço que merece reconhecimento”
NOSSA OPINIÃO
ROTUNDO FRACASSO
Seja vilipendiando governos estaduais próximos ao presidente, com gestos de arrogância próprios de burocratas não legitimados pelo voto; seja em seu permanente e irreversível fracasso na condução da economia nacional, Paulo Guedes firma-se indiscutivelmente como o pior ministro da economia do país.
Ninguém como ele acumulou tantas derrotas no cargo. O maior desemprego; a maior redução do PIB, a mais vertiginosa queda da renda das famílias, a volta da inflação; a alta proibitiva dos combustíveis… A lista é interminável e só confirma a trajetória errante de um ministro que não conseguiu transplantar para a vida pública a história de sucesso de sua vida particular. Ao contrário, turbinou sua offshore, mantida até há pouco em sigilo, com o controle das variáveis econômicas decorrentes do cargo que ocupa.
Se uma frase pudesse resumir a passagem de Paulo Guedes pelo Ministério da Economia seria: “Rotundo fracasso”.






Deixe um comentário