O Ministério Público Federal (MPF) está recorrendo de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que decidiu desmembrar um processo que tornou o governador afastado Wilson Witzel, réu por corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão aconteceu no dia 11 de fevereiro. Na sessão, os ministros decidiram acolher a denúncia feita pelo MPF, mas também optou por separar o processo em duas partes, uma focada especialmente no governador afastado e outra com os demais suspeitos de envolvimento na organização criminosa, que cometeu irregularidades nas compras e contratações do Estado, especialmente no enfrentamento da pandemia de Covid-19.
Segundo o Ministério Público, a divisão desses processos pode dificultar os esclarecimentos sobre a atuação do suposto grupo criminoso. Nesse processo paralelo está incluída a primeira dama Helena Witzel, que foi afastada junto com o marido. Se a decisão não for revertida, a investigação paralela pode fica com o juiz de 1ª instância do Rio de Janeiro. No entanto, o MPF primeiro pede a revisão desta determinação. Caso o pedido não seja acolhido pelo STJ, o Ministério irá pedir que a investigação fique com o juiz titular da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, que liderou as apurações da Lava Jato no território fluminense.
MPF recorre de decisão do STJ que desmembrou a ação contra Witzel
O Ministério Público Federal (MPF) está recorrendo de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que decidiu desmembrar um processo que tornou o governador afastado Wilson Witzel, réu por corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão aconteceu no dia 11 de fevereiro. Na sessão, os ministros decidiram acolher a denúncia feita pelo MPF, mas…






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