Fato: a não descoberta do mandante do assassinato de Marielle só tem uma explicação: sua enorme influência política.
O jornalista Luís Nassif, um dos melhores do país, a partir desse fato constatado por ele, diz em seu site que “a partir daí, duas hipóteses: ou alguém ligado aos Bolsonaro ou às forças de intervenção, chefiadas por Braga Neto. Não há outra hipótese de poder político”
Segundo o jornalista, o próprio Ministro da Justiça da época, Raul Jungmann, falou em personagens influentes. Não estava se referindo obviamente a nenhum chefe de milícia, reflete Nassif.
Qualquer país que se pretenda civilizado pode conviver com esse nível de desinformação, pergunta o jornalista?
E prossegue, analisando os fatos ligados ao crime: “o assassino era contrabandista de armas e vizinho do presidente da República. E os filhos do presidente eram ligados ao chefe do escritório do crime. Como pode a ex-7a potência do mundo normalizar esse nível de suspeição em relação ao seu presidente? Bater no Monark é fácil”.
E conclui: Braga netto disse que poderia apontar culpados, mas não queria “protagonismo”. Como assim? Ele era o interventor do Rio, espanta-se o jornalista.
No final de sua análise, Nassif lembra eu “em 2018, ainda no governo Temer, Braga Netto diz que a solução está próxima. Depois se cala e se torna o superpoderoso Ministro de Bolsonaro. Não há nada de estranho nisso?
E termina, especulando: “há duas hipóteses terríveis. Espero que nenhuma se confirme. A 1a, de envolvimento da intervenção com a morte de Marielle (menos provável). A segunda, a de um general que, dispondo de informações, chantageou o presidente da República, livrando-o da suspeita de um crime abjeto, diz Nassif.






Deixe um comentário