Moro se iguala aos demais direitistas e propõe privatizar tudo, a começar pela Petrobrás, BB e Caixa

O ex-juiz Sergio Moro, condenado pelo STF como parcial, declarou em ato de campanha em São José do Rio Preto (SP) ontem (1) que, caso seja eleito, vai privatizar a Petrobras e os bancos públicos. Moro, que à frente da Operação Lava Jato atuou como agente de interesses estrangeiros para destruir a economia nacional, revelou-se…

O ex-juiz Sergio Moro, condenado pelo STF como parcial, declarou em ato de campanha em São José do Rio Preto (SP) ontem (1) que, caso seja eleito, vai privatizar a Petrobras e os bancos públicos. Moro, que à frente da Operação Lava Jato atuou como agente de interesses estrangeiros para destruir a economia nacional, revelou-se por inteiro como entreguista.

A posição esdrúxula de Moro não é exclusividade dele. Todos os políticos e pré-candidatos de direita defendem a entrega as maiores riquezas do país a grupos estrangeiros: foi assim com Michel Temer, é assim com Bolsonaro, tem sido esta a posição de João Dória e de todos postulantes a presidente que ambicionam o papel de “terceira via”.

O único candidato à presidência viável, na verdade favorito em todas as pesquisas, que defende a soberania nacional e a proteção das maiores empresas estratégicas do país – Petrobras, Eletrobras, Bando do Brasil, Caixa etc – é Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com o ex-juiz condenado como parcial pelo STF, “a Petrobras é uma empresa atrasada, que ainda vive da exploração do petróleo, um combustível que o resto do mundo já não está mais usando. Vale dizer que o carro em que ele foi visto andando, sem cinto de segurança, esta semana, deve ser movido a água mineral. A empresa que ele considera atrasada, que e a maior do país e uma das 10 maiores do mundo, é responsável pela descoberta e exploração da maior reserva de petróleo do mundo neste milênio, o pré-sal.

Moro disse também que vai privatizar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. 

A privatização da estatal do petróleo foi um dos rincipais motivos do golpe que destituiu a presidenta Dilma Rousseff. A privatização dos bancos públicos também faz parte da política econômica do governo Bolsonaro, como o foi com o governo Temer. Em setembro de 2021, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu que Petrobras e o Banco do Brasil entrem na fila de privatizações. 

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