O ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou ontem a possibilidade de privatização da Petrobras “neste mandato” do presidente Jair Bolsonaro, e minimizou o impacto da demissão, na véspera, do presidente da estatal petroleira, Joaquim Silva e Luna.
– O presidente [Jair Bolsonaro] disse expressamente que não privatizaria a Petrobras neste mandato, o primeiro mandato. Nunca disse nada sobre o segundo mandato – afirmou Guedes em coletiva de imprensa em Paris.
Vale dizer: se Guedes estiver falando a verdade e se Bolsonaro cumprir sua decisão, a tendência manifestada pelo eleitor brasileiro até agora salva a Petrobrás da entrega às petroleiras estrangeiras.
O ministro afirmou que seu sonho como “liberal” é privatizar a empresa estatal, como espera fazer “antes do fim do ano” com a Eletrobras, assim como os Correios, os portos e aeroportos.
Sobre a demissão do presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, ele descartou que essa mudança seja “um fator importante, não mesmo”. “Não espero que tenha efeitos reais”, acrescentou.
Silva e Luna havia sido nomeado em fevereiro de 2021 pelo presidente Bolsonaro, também insatisfeito com os constantes aumentos de preços praticados pela estatal.






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