O machado de Xangô voltará a ser parte da logomarca da Fundação Palmares. A promessa foi feita por João Jorge Rodrigues, atual presidente do Olodum e novo escolhido para chefiar a entidade no governo Lula (PT).
O símbolo, importante lembrar, foi retirado por Sergio Camargo, que comandou a fundação na gestão de Jair Bolsonaro.“Sou filho de Xangô e as insígnias do orixá voltarão a Palmares, assim como o que tiver de qualquer outra religião. É liberdade religiosa e estado laico. Não é para ficar censurando nada, se não, em todos os lugares onde tiver Bíblia”, prometeu Rodrigues.
Além do machado de Xangô, Camargo tentou mudar o nome da instituição para Princesa Isabel. Nesta ação, porém, não teve sucesso. Apesar disso, o ex-presidente da Palmares conseguiu remover livros classificados como ‘de esquerda’ do acervo da biblioteca e retirar nomes de brasileiros históricos da galeria de homenageados pela fundação. Tudo isso, garante Rodrigues, será revertido.





