Mansão Safra no Morumbi, Zona Sul de São Paulo, tem 130 cômodos e é considerada uma das 12 maiores residências do mundo

Com cinco andares, maior que a Casa Branca, residência foi projetada pelo arquiteto francês Alain Raynaud, conta com paisagismo de Burle Marx e tem seu próprio heliponto

A mansão Safra, localizada no Morumbi, Zona Sul de São Paulo, foi classificada como a 11ª maior residência do mundo pela revista Architectural Digest, especializada em arquitetura.

Com mais de 11 mil metros quadrados, a propriedade ultrapassa em tamanho a Casa Branca, que ficou em 12º lugar no ranking. Entre as residências particulares, a mansão figura ao lado de palácios históricos, como o Palácio de Buckingham e o Palácio de Versalhes, que ocupam posições superiores.

A mansão pertence a Vicky Safra, viúva do banqueiro Joseph Safra, ex-dono do Banco Safra e considerado, em vida, o homem mais rico do Brasil, segundo a Forbes. Joseph Safra, que faleceu em 2020, construiu um império bancário iniciado por seu pai, Jacob Safra, que imigrou para o Brasil na década de 1960. Ele e seu irmão Moise lideraram a expansão dos negócios da família, consolidando o grupo Safra como uma potência global.

Após a morte de Joseph, sua herança gerou uma disputa judicial entre os familiares, que foi resolvida neste ano com um acordo descrito como “amigável”. Vicky Safra continua como uma das figuras centrais da fortuna e do legado da família.

A mansão, localizada no Morumbi, foi construída em 1995, inspirada no Palácio de Versalhes e nos palácios de nobres romanos. Com mais de 130 cômodos distribuídos em cinco andares, a residência foi projetada pelo arquiteto francês Alain Raynaud, conta com paisagismo de Burle Marx e tem seu próprio heliponto. A revista diz que há poucas informações sobre o interior da mansão.

O banqueiro Joseph Safra morreu em dezembro de 2020, aos 82 anos. Ele era o homem mais rico do Brasil, com uma fortuna estimada, à época, em R$ 119,08 bilhões.

Libanês naturalizado brasileiro, ele fez fortuna no banco Safra. Nascido em 1938, Joseph veio para o Brasil na década de 1960, para dar continuidade aos negócios do pai, Jacob. Ele e o irmão, Moise, foram os grandes responsáveis pela ascensão do grupo desde então.

A dupla vem de uma tradicional família de banqueiros. A mudança da família para o Brasil começou após a Segunda Guerra Mundial, na década de 1950, quando iniciou com os filhos a criação do conglomerado financeiro.

Após a morte de Joseph, Alberto Safra, filho do banqueiro, processou sua mãe e dois irmãos em meio a uma disputa sobre a fortuna. No processo, Alberto acusa seus familiares de diluir de propósito a participação dele na holding do Safra National Bank em um esforço para expulsá-lo do império da família.

O fim da disputa judicial foi em setembro deste ano. De acordo com o comunicado emitido pela família, as partes concordaram em “encerrar todos os processos judiciais e arbitrais pendentes em todas as jurisdições”. Os termos financeiros e outras condições do acordo não foram divulgados.

Com informações do g1.

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading