O pastor Silas Malafaia respondeu publicamente ao lobista Paulo Figueiredo após declarações envolvendo a possível influência do líder religioso na campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto. A reação ocorreu nesta terça-feira (24), por meio de uma publicação na rede social X.
O embate começou depois que Malafaia afirmou que a melhor forma de Eduardo Bolsonaro ajudar o irmão seria ‘ficar calado’. A fala teve repercussão entre aliados políticos e foi comentada por Figueiredo, que está nos Estados Unidos ao lado do parlamentar.
O blogueiro ironizou a mudança de postura do pastor ao lembrar críticas anteriores à candidatura de Flávio. Segundo ele, Malafaia passou de contrário ao nome do senador para alguém que tenta influenciar a estratégia eleitoral.
Troca de provocações e tom irônico nas publicações
Na resposta, Malafaia elevou o tom e chamou Figueiredo de “filhote da ditadura”, em referência ao fato de o lobista ser neto do ex-presidente João Figueiredo, último chefe do regime militar. O pastor também afirmou que o adversário atua como “camisa 9 de Lula”, em crítica à suposta atuação política dele junto ao governo dos Estados Unidos.
A publicação teve tom irônico e incluiu risadas, ampliando a repercussão do conflito entre os dois nas redes sociais.
Figueiredo reagiu na mesma plataforma e insinuou que a conta do pastor teria sido invadida, comparando o discurso ao do deputado Lindbergh Farias. Ele também mencionou o período em que Malafaia teria apoiado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Racha entre aliados e contexto político
O episódio expõe divergências dentro do campo bolsonarista em torno da estratégia para as eleições presidenciais e do papel de Flávio Bolsonaro no cenário nacional.
Paulo Figueiredo está atualmente nos Estados Unidos ao lado de Eduardo Bolsonaro. Ambos foram citados em denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República, o que também tem influenciado o debate político e a movimentação do grupo no exterior.
A troca de ataques nas redes reforça o clima de tensão entre aliados e evidencia a disputa por protagonismo e influência na definição de candidaturas e estratégias para o próximo pleito presidencial.






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