O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou um momento de forte repercussão nesta sexta-feira (3) ao fazer um gesto obsceno durante um discurso em cerimônia oficial realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.
Enquanto defendia que a população de baixa renda tem direito a produtos e serviços de qualidade, Lula levantou o dedo do meio ao rebater a ideia de que “pobre não gosta de coisa boa”. A cena foi registrada durante a transmissão oficial do evento e rapidamente repercutiu nas redes sociais.
Gesto ocorreu durante discurso
Ao comentar críticas que, segundo ele, são dirigidas às camadas mais pobres da população, o presidente afirmou:
“Nós vamos acabar com essa história que eles pensam que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles.”
Na sequência, Lula fez o gesto com o dedo do meio e concluiu:”Nós gostamos de coisa boa. Nós queremos é tudo de primeira.”
O momento ocorreu diante de autoridades e convidados presentes no Palácio do Planalto.
Último evento antes das restrições eleitorais
A cerimônia marcou uma das últimas agendas oficiais do governo federal antes do início das restrições impostas pela legislação eleitoral.
A partir deste sábado (4), faltando três meses para o primeiro turno das eleições, passam a valer regras que limitam atos de governo para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidaturas.
Governo anunciou investimentos
Além da repercussão causada pelo gesto do presidente, o evento também foi marcado por anúncios nas áreas de educação, saúde e habitação.
Na educação, o governo entregou dez novos campi da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica nos estados de São Paulo, Amazonas, Espírito Santo e Piauí.
Segundo o governo federal, foram investidos aproximadamente R$ 206,6 milhões nas unidades, sendo R$ 196,5 milhões provenientes do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Na área da saúde, foram anunciados investimentos de R$ 464,8 milhões destinados à aquisição de ambulâncias, unidades odontológicas móveis, micro-ônibus para transporte de pacientes e equipamentos para unidades básicas de saúde, hospitais e serviços especializados.
O gesto do presidente rapidamente passou a circular nas redes sociais e gerou repercussão entre apoiadores e críticos.
O episódio ocorreu durante um discurso voltado à defesa de políticas públicas e do acesso da população de baixa renda a bens e serviços de maior qualidade.






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