Em uma reunião estratégica realizada nesta terça (20), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou aos seus ministros os motivos por trás de sua recente declaração sobre o Holocausto. Segundo relatos, Lula explicou que sua fala faz parte de uma estratégia para conter o que ele considera uma “sanha assassina” por parte do governo de Israel em relação aos civis palestinos. A informação é de Igor Gadelha, no Metrópoles.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também participou da reunião remotamente a partir do Rio de Janeiro, onde está envolvido em uma série de encontros do G20. Além disso, o ex-chanceler Celso Amorim, principal assessor especial de Lula para assuntos internacionais no Palácio do Planalto, esteve presente.
Lula acredita que sua declaração abrirá espaço para que outros chefes de Estado condenem o governo israelense nos próximos dias. Ele espera que essa pressão leve o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a reconsiderar sua posição e aceitar um cessar-fogo com o grupo terrorista palestino Hamas, algo que ele ainda rejeita.
A reunião, que teve início por volta das 10h30 e terminou às 13h, contou com a participação dos ministros Paulo Pimenta (Secom), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e Márcio Macêdo (Secretaria-Geral). O cenário internacional permanece tenso, e as ações de Lula estão sendo observadas de perto pela comunidade global.
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