Depois da invasão de criminosos à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Costa Barros, na Zona Norte do Rio, a deputada estadual Lilian Behring (PCdoB) apresentou um projeto de lei que propõe rondas policiais permanentes em unidades de saúde do estado.
A iniciativa busca prevenir novas ações violentas e garantir proteção a pacientes e profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta, de autoria original da deputada federal Enfermeira Rejane (PCdoB), havia sido arquivada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) em 2016, quando Rejane ainda exercia mandato estadual.
Agora, sua colega de partido retoma o texto com ajustes, defendendo que a presença constante da polícia em hospitais e postos é uma medida urgente diante da escalada da violência em áreas de atendimento público.
Deputada defende presença do Estado na saúde
Segundo Lilian Behring, a recente invasão à UPA de Costa Barros — onde criminosos armados ameaçaram pacientes e profissionais — evidencia a vulnerabilidade das unidades de saúde e a ausência de mecanismos de proteção efetiva. Para a parlamentar, o poder público precisa garantir que o ambiente hospitalar seja um espaço seguro.
“É inaceitável que médicos, enfermeiros e pacientes vivam sob o medo. A saúde pública precisa ser um local de paz, e a ronda policial é um passo fundamental para assegurar a presença do Estado onde ela mais se faz necessária”, declarou Lilian Behring ao reapresentar o projeto.
Projeto retoma iniciativa de Rejane no Congresso
A deputada federal Enfermeira Rejane, autora da proposta original, elogiou a retomada da medida e destacou a importância da parceria com Lilian Behring para recolocar o tema na agenda da Alerj. “Com a ronda policial na Saúde, o Estado estará presente, garantindo que o SUS seja espaço de paz, cuidado e respeito. É hora de proteger quem salva vidas”, afirmou.






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