Júlio Lopes denuncia isenção tributária a ônibus chineses que disputam mercado com modelos semelhantes produzidos em Resende

O deputado Júlio Lopes (PP) vem tentando corrigir a concorrência desleal dos ônibus elétricos chineses em relação aos modelos semelhantes produzidos pela Volkswagem, em Resende. Os veículos importados recebem isenção tributária de até 35% enquanto os fabricados no Brasil não têm qualquer tratamento especial. Nesta quarta-feira, o parlamentar protestou contra o cancelamento pela quinta vez…

O deputado Júlio Lopes (PP) vem tentando corrigir a concorrência desleal dos ônibus elétricos chineses em relação aos modelos semelhantes produzidos pela Volkswagem, em Resende. Os veículos importados recebem isenção tributária de até 35% enquanto os fabricados no Brasil não têm qualquer tratamento especial. Nesta quarta-feira, o parlamentar protestou contra o cancelamento pela quinta vez de reunião na Secretaria de Comércio Exterior em que seria efetivada a suspensão da isenção aos ônibus chineses.

Júlio Lopes denunciou o comportamento duvidoso do órgão responsável pela regulação do comércio exterior à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle

   – Nossa finalidade é a de garantir que seja estabelecida uma condição de isonomia de competição entre as indústrias brasileiras e internacionais na área de fabricação de caminhões – explicou.

 . O parlamentar informou ainda que já entrou em entendimento com representantes da Volkswagen, para expôr no estacionamento do anexo II da Câmara, dois caminhões elétricos da empresa para demonstrar o absurdo contido com a manutenção da isenção; pois de acordo com ele, é inadmissível que os caminhões montados em Resende e que são referência de qualidade em todo o mundo, sejam taxados, enquanto caminhões concorrentes fabricados em toda a parte do mundo, estão entrando no Brasil com essa isenção.

   – Estamos solicitando autorização da Diretoria Geral da Câmara para utilizar o estacionamento. Estamos exportando impostos, exportando atividades econômicas e mantendo perspectivas da criação de novos empregos. Se conseguirmos suprimir essa isenção, iremos dobrar nossa linha de produção e ainda criar mais 500 novos postos de trabalho – explicou Júlio.

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